segunda-feira, 9 de setembro de 2013

{Bel} Impressões de Leitura #18 ~ Um estudo em vermelho (Sir Arthur Conan Doyle)

Título: Um estudo em vermelho
Título Original: A Study in Scarlet
Autor: Sir Arthur Conan Doyle
Editora: Melhoramentos
Número de páginas: 120

Skoob :: Goodreads

Avaliação: 4 estrelas!

Sinopse: O cadáver de um homem, nenhuma razão para o crime. É a primeira investigação de Sherlock Holmes, que fareja o assassino como um “cão de caça”. Lamentava-se de que “não há mais crimes nem criminosos nos nossos dias”, quando, nesse instante, recebe uma carta a pedir a sua ajuda — o cadáver de um homem foi encontrado numa casa desabitada, mas não há qualquer indício de roubo ou da natureza da morte. Sherlock Holmes não resiste ao apelo, mas sabe que o mérito irá sempre para a Polícia. Um Estudo em Vermelho (1887), de Arthur Conan Doyle (1859- 1930), é a estreia de Holmes. A história foi editada pela primeira vez na revista Beeton’s Christmas Annual e logo fascinou inúmeros leitores, para quem o endereço do detective — 221B Baker Street, Londres — se tornou uma das ruas mais famosas da literatura. As deduções do investigador são narradas pelo seu amigo, o Doutor John Watson, uma espécie de Sancho Pança de Holmes.

Neste livro, temos a estreia de um dos mais famosos detetives da literatura, Sherlock Holmes! O livro é narrado pelo Watson, através de seus diários, e a história se inicia com a busca de Watson por um companheiro para dividir o aluguel de um quarto. Nesta busca, ele acaba conhecendo Holmes e vai morar no famoso endereço 221b Baker Street.

Watson se interessa muito pela excêntrica personalidade de Holmes e passa a se envolver nas teorias do detetive e também a questionar e entender a ciência da dedução pregada por Holmes.

Esse livro tem a história dividida em duas partes, que receberam o nome de "Um estudo em vermelho" e "O País dos Santos". E é na primeira parte que Watson narra como conheceu Holmes, sua ciência da dedução e o mais famoso endereço de Londres.

Watson fica bem impressionado com a capacidade de Holmes observar os menores detalhes e, no fim, conseguir chegar a uma conclusão do assunto em questão. Ainda nesta primeira parte do livro, um corpo é encontrado em uma casa vazia e, sem saber para onde seguir, os agentes da Scotland Yard, Gregson e Lestrade, pedem a ajuda de Holmes para desvendar o mistério deste assassinato. E após examinar a cena do crime, fazer algumas investigações por conta própria e, claro, junto com as informações de Gregson e Lestrade, Holmes chega ao nome do verdadeiro assassino da história. E aí temos um cliffhanger deixado por Doyle, e a primeira parte termina.

A história muda completamente à primeira vista e agora vamos para a segunda parte do livro, "O País dos Santos". A história sai de Londres e vai para o fictício deserto de Utah, nos Estados Unidos, contando toda a sofrida trajetória de John Ferrier e a garota Lucy, quem ele adota como filha.

Já sem esperanças de vencer o calor e falta de água do deserto, John e Lucy acabam sendo encontrados por um grupo de viajantes do deserto. Mas não são simples viajantes. O grupo é composto de Mórmons, os quais decidem ajudar os dois, contanto que se convertam à toda filosofia dos Mórmons e passem a viver o seu modo de vida.

Mas John aceitou essa condição apenas para proteger Lucy e nunca foi muito contente com os modos de vida do grupo. E isso não passa em branco diante dos olhares dos líderes dessa comunidade. E, em uma oportunidade, os líderes resolvem dar uma chance a John provar sua fé e é aí que tudo desanda e encontramos a relação entre as duas partes do livro.

Em um primeiro momento, eu cheguei a pensar que fossem duas histórias completamente diferentes e sem relação no mesmo livro, de tão intenso que é o corte entre as histórias, porém, assim que avançamos a leitura, vamos encontrando nomes e referências que nos respondem muitas coisas.

Lembrando que, toda essa segunda parte do livro retrata os fatos antecedentes ao crime a ser desvendado por Holmes. E, depois de tudo ser explicado desta fase anterior ao crime, o livro volta aos diários de Watson, onde ele vai narrar a conclusão de Holmes do crime.

Eu gostei bastante da história, sou super fã de história assim escrita de maneira inteligente, que nos faz ler e querer saber qual a relação daquele grupo no deserto e o crime em Londres! E ainda há aqueles que dizem que esse debut de Holmes não é dos melhores, as demais histórias são ainda melhores. Se são melhores, já vi que eu vou me apaixonar perdidamente em seus livros! Porque eu gostei demais demais demais desse primeiro livro sobre Sherlock.

Primeiramente, li este livro em inglês para o Book Challenge de Agosto. E, logo em seguida, li em português. Para ver como foi minha experiência com o livro na versão em inglês, é só visitar esse post do Book Challenge que eu conto tudo lá.

Há muitas adaptações das histórias do detetive para o cinema e a TV. Se vocês fizerem uma busca no IMBD, poderão ver a quantidade existente! Ele é muito querido mesmo!

Em breve, quero ler mais uma história ou conto de Holmes! Ele ganhou mais uma fã!

Quem mais aí gosta de Holmes e Watson?

Um abraço

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Um abraço
Bel VF 

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